Blog de um Pastor Cristão

REFÚGIO SEGURO À SOMBRA DAS ASAS DO SENHOR

Deixa-me habitar no teu tabernáculo para sempre; dá que me abrigue no esconderijo das tuas asas.Salmos 61:4

Mesmo nas tribulações somos amigos de DEUS

O Apóstolo Paulo nos apresenta uma visão do amor de Deus para conosco, que nos dá a PAZ. Essa paz nos faz entender que as tribulações, dificuldades, vicissitudes, lutas e problemas que se abatem sobre nós em forma de doenças, desemprego, questões financeiras e qualquer outra situação desfavorável, não são em virtude da falta da Graça de Deus, mas muito pelo contrario são para que nós nos aperfeiçoemos na ESPERANÇA.

Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade! Os filhos dos homens se refugiam à sombra das tuas asas.Salmos 36:7

Paulo nos apresenta a ação Divina que nos transforma em amigos de Deus.por meio da JUSTIFICAÇÃO em Jesus Cristo. Através de Cristo nós nos tornamos filhos de Deus por adoção.

Quando as adversidades se abaterem sobre nós lembremo-nos que o Senhor está nos dando uma oportunidade de vencer. A vitória nos é dada  devido o amor de Deus. Podemos nos orgulhar das dificuldades em nossa vida, pois elas nos levam a uma maior dependência de Deus.

Compadece-te de mim, ó Deus, compadece-te de mim, pois em ti se refugia a minha alma; à sombra das tuas asas me refugiarei, até que passem as calamidades. Salmos 57:1

Paulo diz que a tribulação produz perseverança e que perseverando temos experiência, nos tornamos provados e aprovados, assim sendo passamos por um teste de qualificação que permite que nos rendamos conta de nossa qualidade e qualificação de filhos de Deus.

Guarda-me como à menina do olho; esconde-me, à sombra das tuas asas,Salmos 17:8

pois tu tens sido o meu auxílio; de júbilo canto à sombra das tuas asas.Salmos 63:7

Portanto quando passamos por toda sorte de lutas devemos nos lembrar que elas têm por finalidade aumentar nossa Esperança que não se engana, que não nos decepciona, pois é prova do amor de Deus, que nos transforma de inimigos em amigos, de criaturas em filhos, de fracos em fortes, pecadores em justificados, de perdidos em salvos reconciliados com Cristo.

PASTOR PAULO ROBERTO SÓRIA

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“Não entendo e não aceito que nem todos irão para o céu eternamente. Deus não é injusto que mandaria multidões ao inferno. SERÁ QUE O INFERNO EXISTE?

RESPOSTA DO PASTOR SÓRIA

O fato de não entendermos alguma coisa não a faz ineficaz. Por exemplo, eu não entendo como a Terra gira em torno de si mesma, em torno do sol num raio permanente, e todo sistema gira e nenhum planeta se choca.
Também por eu não aceitar as coisas que acontecem, elas não deixam de acontecer. Como o nascimento de uma criança sem cérebro, eu não entendo, mas o fato de eu não entender não impede que isso aconteça. Eu não aceito que governantes e legisladores sejam corruptos. Eu não admito que pessoas sejam pedófilas. Eu não posso se quer imaginar que policiais sejam bandidos. Não concebo que uma mãe mate seu filho, de forma alguma posso entender e aceitar. Mas isso não impede que haja mães assassinas de seus próprios filhos. Não posso admitir que um filho odeie seus pais. Mas, tudo isso ocorre, e muito mais freqüentemente que eu possa imaginar.
Conheço muitas pessoas que não acreditam que o homem tenha chegado a pisar na Lua. O fato de alguém não acreditar em algo que existe não lhe tira a existência.
Há quem não acredita em Deus. Deus não deixa de existir por que alguém não crê na Sua existência. Os que não acreditam no inferno, não deixam de ter razão. O inferno nem deveria existir.
Eu creio que a Bíblia é a Palavra da Verdade, a Palavra de Deus. Creio na Bíblia toda. A Bíblia fala do inferno como um lugar destinado ao Diabo e seus anjos. Eui creio em Jesus Cristo, e Ele assim declarou: “Eu, porém, vos digo que todo aquele que se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e quem disser a seu irmão: Raca, será réu diante do sinédrio; e quem lhe disser: Tolo, será réu do fogo do inferno”. (Mat. 5.22) Ele disse ainda: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;” (Mat 16.18)
Em 2 Pedro 2.4 lemos “Porque se Deus não poupou a anjos quando pecaram, mas lançou-os no inferno, e os entregou aos abismos da escuridão, reservando-os para o juízo;”
Ainda em Apocalipse lemos: “Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno”. 1.18; em 20.14 “E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo”.
O Inferno está reservado para Satanás e para todos os que não crêem em Cristo como o único Mediador entre Deus e os homens. Quem, não crê na existência do Inferno não pode crer na existência do céu. Em Mateus 25.41 Jesus declara: “Dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, destinado ao Diabo e seus anjos”.
Inferno é o distanciamento do homem de Deus. É a ausência de Deus. O homem se afasta deliberadamente de Deus. Deus o chama para comunhão com Ele, mas o homem recusa e se distancia do plano divino. Não há injustiça da parte de Deus pela humanidade escolher ir para o inferno, pois Deus tudo faz para que ninguém se perca.
Deus fala pelo profeta Ezequiel: “Tenho eu algum prazer na morte do ímpio? diz o Senhor Deus. Não desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva”? (18.23); “Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus; convertei-vos, pois, e vivei,” (18.32) e ainda “Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que morrereis, ó casa de Israel?” (33.11)

Pastor Sória – Um conhecido meu que é ateu, ouvindo-me falar de Cristo, disse que os religiosos em geral, que utilizam a Bíblia como diretriz, usam-na ora com base no Antigo Testamento, ora no Novo, ao seu “bel-prazer”. Porque algumas diretrizes do Antigo Testamento não são usadas e outras sim?

RESPOSTA DO PASTOR SÓRIA :
A Bíblia é composta de 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 do Novo. Todos os livros são inspirados e os consideramos Palavra infalível de Deus. Toda a Bíblia é a Revelação de Deus aos homens. Ela forma um todo e deve ser seguida no seu conjunto completo. A Bíblia não é um livro histórico, nem geográfico, nem um compêndio de filosofia. Ela relata fatos históricos sem se preocupar com a cronologia nem com a relevância dos acontecimentos para a história geral. Ela relata os fatos pertinentes à mensagem que deva ser transmitida.
Os personagens mencionados são os que têm um papel preponderante para a transmissão da Revelação. Nela encontramos relato de usos e costumes, como também ordens de proteção territorial e de integridade física. Há leis de proteção do trabalhador. Há normas de direito e de sucessão patrimonial, há ainda um código de ética e limitações para os governantes; deveres cívicos e até mesmo leis sobre o despojo de guerra. Mas não é um compêndio de Direito, nem é um roteiro de usos e costumes.
A Bíblia é a Palavra de Deus.
Ela ensina e mostra os princípios norteadores da vida espiritual, segundo a vontade de Deus. Seguimos todas as suas diretrizes de fé, tanto do Antigo, como do Novo Testamento. O fato de serem considerados, ou não, algumas leis de caráter transitório e costumes que marcaram época, dá-se devido a temporalidade das exigências.
O Apóstolo Paulo fala, em determinado contexto, que é vergonhoso para mulher cortar o cabelo (I Cor. 11.6). Isso se dá devido o fato que, na época e naquela região, só as mulheres de reputação duvidosa, ou as que eram punidas, tinham seus cabelos cortados. Uma mera questão de sociedade, nunca uma lei imutável.
O Novo Testamento completa e, como que, regulamenta a lei de Deus. Todo o Antigo mostra a vinda do Messias, o Novo comprova Sua chegada. Não se trata de se utilizar passagens à conveniência, mas sim de adequá-las no contexto do Espírito da Lei, pois a letra mata (2 Cor.3.6), o Espírito vivifica.
PASTOR PAULO ROBERTO SORIA

Pastor, Porque as pessoas viviam tanto tempo no Antigo Testamento? Será que a marcação do tempo, o calendário como temos hoje era o mesmo ou então a marcação do tempo era diferente e por isso dá a impressão de que viviam mais?

A PRIMEIRA colocação importante a ser feita é a seguinte:-
Os anos do passado remoto podem sim ter sido diferentes na contagem dos dias não tendo 365 dias. Mas essa diferença não é significativa, vários calendário tem quantidades de dias diferentes do calendário Juliano e do Gregoriano. No Calendário Gregoriano, em cada 400 anos, 97 são de 366 dias, os bissextos.
Um ano é o tempo necessário para que a Terra faça uma volta ao redor do Sol, o que leva 365 dias e mais cerca de seis horas. Um ano passa pelas quatro estações: inverno, primavera, verão e outono. No calendário gregoriano, usado na maior parte do mundo, um ano comum compreende 365 dias, mas a cada quatro anos um ano é de 366 dias, chamados bissextos por terem dois seis, para que coincida com as estações do ano, nos quais o mês de fevereiro passa a ter 29 dias. São bissextos os anos divisíveis por quatro, mas no fim de cada século precisam ser divisíveis por 400. O ano 2.000 foi bissexto, mas 1.900 não o foi.
O calendário romano criado na época da fundação de Roma, em 753 a.C. tinha 10 meses e totalizavam 304 dias, depois foi modificado sendo muito complicado posto que alguns anos tinham 355 e outros 378 dias e ainda assim era irregular.
Os calendários lunares são os que seguem as fases da lua e os solares seguem os solstícios do Sol. A diferença entre calendários antigos, como o dos babilônios, pode chegar a onze dias por ano. Podendo ao longo de um século ter até quatro anos de diferença. É possível que nos anos do Antigo Testamento, em 800 anos haja uns 30 anos a mais que nos dias de hoje. Alguém que tenha vivido 800 anos teria vivido, na nossa conta, apenas 770. Creio que isso é irrelevante para a questão da longevidade do passado. Os Calendários sempre sofreram mudanças, e dentro de alguns anos é possível que tenhamos nova alteração em nosso calendário.
Existem cerca de 30 a 40 Calendários no mundo hoje, são três tipos principais:
1- Calendário Solar: seguindo o movimento da Terra em torno do Sol;
2- Calendário Lunar: seguindo o movimento da Lua;
3- Calendário misto: Lunar/solar: Os anos estão relacionados com o movimento da Terra em torno do Sol e os meses com o movimento da Lua em torno da Terra.
O Calendário Hebreu tem meses baseados nas fases da Lua e de tempos em tempos um mês inteiro é intercalado para o Calendário se manter em acordo com o ano solar.
Há 5.000 anos, os Sumérios tinham um Calendário bem parecido com o nosso, com um ano dividido em 12 meses de 30 dias, o dia em 12 períodos e cada um desses períodos em 30 partes. Há 4.000 anos, na Babilônia, havia um calendário com um ano de 12 meses lunares que se alternavam em 29 e 30 dias, num total de 354 dias. Os egípcios tinham um calendário base lunar mas notaram que periodicamente, quando o Sol estava em determinado ponto do céu, o rio Nilo inundava isso acontecia a cada 365 dias, isto desde 4.236 AC.
A SEGUNDA colocação importante a ser feita é a seguinte:- Se temos calendários tão antigos, que seguem a contagem de dias de anos tão próximo de nosso atual calendário, com uma variação tão pequena, por que duvidaríamos do relato bíblico sobre a longevidade dos primeiros homens numa terra sem poluição, com alimentação natural e com tantas possibilidades de uma qualidade superior de vida:
Eu creio que Matusalém viveu 969 anos sim. Eu creio na Bíblia como a Palavra inerrante de Deus.

Pastor Sória, como posso entender as profecias bíblicas? Estamos chegando ao fim do ano e logo virão as predições sobre o novo ano. Isso é profecia? E as promessas de Deus são só para os antigos. Devo crer nas predições?

RESPOSTA DO PASTOR SÓRIA – PROFECIAS E PROMESSAS
As predições feitas por magos, adivinhadores, futurólogos e companhia, são crendices populares sem fundamento. Os servos do Senhor não creem nessas coisas.
Encontramos na Bíblia Sagrada uma série de Profetas de Iavé, cujas profecias eram verdadeiras e fidedignas, e que se baseavam nas Promessas do Senhor nosso Deus para toda a humanidade ou especificamente para seu povo. Promessas que iriam se cumprir imediatamente ou ainda em um tempo mais remoto. Há algum tempo escrevi sobre profecias e promessas que pode servir de reflexão.
O Profeta não falava de si mesmo, nem de seus próprios sonhos ou de seus desejos pessoais, mas sim segundo a vontade de Deus. O Profeta era um Porta-Voz de Deus. Seu compromisso era com o Senhor, sua palavra era a transmissão do desejo Divino. O Profeta não se corrompia, não se contaminava, nem se deixava influenciar pelos poderosos nem se acovardava diante dos dominadores, nem tinham interesse pecuniário. Não visavam lucro, como os adivinhadores de hoje.
Também descobrimos nas páginas do Livro Sagrado, inúmeros falsos profetas cujas profecias eram apenas o relato de seus sonhos ou de visões advindas de suas preocupações ou da vontade das autoridades da época (1 Reis 22.1-28). Nos nossos dias encontramos o mesmo quadro do passado: Profetas autênticos, comprometidos com a Bíblia na sua totalidade e submissos à vontade de Deus plenamente, sem medo de sofrer nas mãos dos detentores da autoridade legal, nem nos tribunais inquisitórios dos dirigentes religiosos. Profetas que não inventam profecias.
Profetas que pregam a Salvação e o Perdão através do sacrifício vicário de Cristo na Cruz do Calvário; que anunciam a Graça Maravilhosa de Cristo que regenera o pecador perdido; que proclamam a doce Comunhão do Espírito Santo e mostram o único Caminho para agradar a Deus – Jesus. Profetas do Amor de Deus. Também convivemos com profetas falsos. Profetas do mal, do desrespeito e do medo. Profetas que querem levar vantagem sobre as pessoas atemorizando-as e fazendo com que se tornem presas de seitas e de corpo de doutrinas contrárias às Escrituras. Profetas que querem ter lucros. Profetas que querem ganhar autoridade semeando o pânico e a instabilidade emocional.
Há os que são os aprendizes de profetas e vivem falando asneiras, “profetizando” como fazem os videntes, as cartomantes (quem lê cartas), os quiromantes (quem lê linhas da mão), os lançadores de búzios, os amantes da astrologia e dos signos do zodíaco e toda sorte de engano e trapaças próprias dos que não conhecem a Bíblia como Palavra de Deus. Cuidado, meus irmãos, não entrem pelo caminho dos que estão usando o Nome do Senhor em vão, dizendo “profecias” que são meras especulações sobre assunto que não se tem convicção, ou sobre ensinos recebidos de lideres religiosos que se baseiam na opinião pessoal de alguma autoridade religiosa, ou nas elucubrações deletérias dos falsos profetas. Cada vez que você tenta adivinhar um fato futuro, você está sendo um profeta falso. Não faça de seus sonhos, de seus pesadelos ou de sua imaginação fértil uma profecia para os outros. Não tente adivinhar o futuro. Não se preocupe com o dia de amanhã, pois o amanhã a Deus pertence.
Caso alguém venha lhe apresentar uma adivinhação como profecia, rechace com veemência, com vigor e com autoridade bíblica. Não admita ser enganado nem mesmo por pessoas cheias de boa vontade e aparência vida espiritual. Não queira, tampouco, ser um enganador para os outros. Não seja um falso profeta, inventado coisas sobre a vontade do Senhor ou suas Promessas. Todas as Profecias estão registradas na Bíblia. Todas as Promessas de Deus estão claras e demonstradas na Sua Palavra. O que passa disso é de procedência maligna. Que o Senhor seja louvado, a Ele toda a Glória.
Jesus – nosso bom e doce pastor Jesus

A REALIDADE E NOSSAS PREOCUPAÇÕES

1) Estamos conscientes da situação que vivem algumas de nossas igrejas e convenções para as quais a adoração tem sido tema de debate, razão de conflitos e causa de lamentáveis divisões. Os batistas latino americano, herdeiros de uma rica tradição litúrgica, estão a enfrentar mudanças de um novo tempo, caracterizadas, entre outras, por diferentes formas de religiosidade e expressões novas de espiritualidade e de culto. É neste novo contexto cultural e religioso, que nos perguntamos com sinceridade diante do Senhor o que significa adorá-lo “em Espírito e em verdade”. Por outro lado, preocupam-nos a decadência moral, a perda de valores e a crise social e política de nosso continente. Em face da pobreza crescente de nossos povos e das terríveis situações de injustiças, violência e marginalização, ficamos a perguntar-nos também que relação existe entre a adoração a Deus e a preocupação social; entre adorar ao Criador e servir as suas criaturas feitas a sua imagem e semelhança; entre adoração e compromisso integral com o Seu reino de paz e de justiça.

2) Há grande diversidade nas formas de expressão de nossa fé comum, e da adoração em nossas igrejas, como pudemos verificar em modelos de cultos oferecidos no Congresso. Essa diversidade ocorre por conta da diversidade de dons, talentos, temperamentos, personalidade e culturas. Mas a diversidade de formas não deve comprometer a unidade de nossa fé.

3) Preocupam-nos, entretanto

a) a transformação, com muita freqüência, do culto em “show” e exibição de beleza musical ou de talento retórico, como seu objetivo principal.

b) por um lado, a “clericalização” do culto, com suas principais funções sendo exercidas por “ministros”; por outro, a informalidade excessiva, a improvisação, a desarmonia e desarticulação entre as partes do culto;

c) a hipertrofia dos chamados “momentos de louvor” nos cultos, em detrimento da ministração da Palavra que orienta, alimenta, santifica, conduz à fé e à vida de compromisso com Deus.

Pastor Paulo Roberto Sória

Pastor, até que ponto eu posso usar a expressão “Senhor te peço, coloque seus anjos à frente de (cirurgias, conversa com alguém, negócios etc) para irem preparando tudo, para que o Senhor faça sua obra”. A questão é: posso falar em anjos?

Resposta do Pastor: É lícito sim solicitarmos do Senhor a ajuda por meio dos anjos na nossa vida pessoal e familiar, no entanto o preparo já é parte da obra do Senhor, precisamos nos lembrar que os anjos são mensageiros de Deus, portanto eles fazem o que Deus quer que seja feito. Podemos dizer que Deus opera através de anjos, assim como por meio de seus servos homens também.
Eu creio nos anjos. Creio que eles existem e nos ajudam em Hebreus 1.14 lemos que são espíritos ministradores, enviados para nos servirem. Eles nos servem, nos mostram a vontade do Senhor, assim como fez com Filipe (Atos 8.26), e com João (Apocalipse 1.1-3).
Os anjos protegeram ao profeta Eliseu (2 Reis 6.14-17) assim como nos protegem, pois isso aconteceu com Paulo, Pedro e conosco também como nos diz Jesus (Mateus 18.10). Somos pequenos, mas temos um Deus grande que tem um enorme exercito de anjos e os cola ao nosso serviço.
Billy Graham denominou os anjos como “agentes secretos de Deus”. Os anjos são reais e verdadeiros, eles existem de fato e são criaturas de Deus numa outra dimensão e realidade que dos homens. Eles são mais possantes, mais capazes e menos limitados que os homens, sendo dotados de natureza diferente da nossa, pois são seres espirituais, Pedro escreveu (2Pedro 2.11) que os anjos são maiores em força e poder que os homens. Esse poder é o mesmo da dinamite em explosão. Paulo diz em 2 Tessalonicenses 1.7 que virá alívio através do poder de Jesus com os anjos do seu poder. Assim como Davi declara também (Salmo 103.20) que os anjos são valorosos em poder.
Eles ultrapassam os homens em conhecimento, mas não são detentores de todo o conhecimento. Jesus declara que nem os anjos sabem quando Ele voltará. (Marcos 12.32). Eles são conhecedores de coisas a nosso respeito que nós mesmos não conhecemos.
Os anjos não se multiplicam, não se casam, não procriam como os homens. Jesus disse (Mat. 22.30) que na ressurreição, os homens não se casarão, assim como os anjos não se casam. Deus criou todos os anjos de uma única vez. Eles não envelhecem, nem morrem.
Lemos em Colossenses 1.16, que em Cristo foram criadas todas as coisas visíveis e invisíveis, tais como tronos, principados e potestades, portanto os anjos fazem parte dessa criação. No entanto eles são inferiores a Cristo que sempre foi servido por eles, como vemos no episódio da tentação do deserto. Existem os anjos, os querubins (Ezequiel 10.1), os serafins (Isaias 6.1-6) e Judas 9 fala do Arcanjo Miguel. Quando a Bíblia fala no singular, e usando o artigo definido “O Anjo do Senhor”, de um modo geral trata-se da pessoa do Messias. É o próprio Senhor que se manifesta, isso é chamado de teofania.
O ANJO DO SENHOR é consolador e apoio, Elias, o profeta, experimentou esse apoio, mesmo sem solicitar, o Anjo veio, e depois de acordá-lo tocando-lhe no ombro, mostrou-lhe pão e água; Elias comeu, bebeu e voltou a deitar. O ANJO DO SENHOR o toca novamente e lhe dá ordem de comer e fazer uma viagem até o monte Horebe. Ele caminha 40 dias e 40 noites e sobe ao Monte.
Jesus Cristo é o Anjo do Senhor.
Pastor Paulo Roberto Sória

Pastor Sória responde:

1. Se Deus criou apenas um casal como é que existe tanta gente no mundo? Como começou a procriação na Terra se só havia Eva como mulher?
Resposta do Pastor:
Deus criou o homem e a mulher. A ordem de Deus é que fossem fecundos e enchessem a Terra (Gen 1.27-28). Adão e Eva coabitaram e nasceu-lhes filhos e filhas. Seus filhos se uniram entre eles e também geraram filhos. Adão viveu 930 anos e gerou muitos filhos e filhas (Gen 5.5).

2. Como surgiram as raça? (Brancos, Negros, Amarelos etc)
Resposta do Pastor:
Em primeiro lugar é necessário dizer que não existem raças entre os homens.
A RAÇA É A RAÇA HUMANA. Existem as etnias que devido suas características de pele, de formação craniana, de estatura, etc, formam conjuntos de indivíduos que, por hereditariedade, transmitem o DNA aos seus descendentes. Esses grupos, formando etnias de asiáticos, europeus ou africanos, assim como de misturas entres essas “raças”, formando os místicos e mudando ao longo das gerações as características de cada povo.
As alterações no físico, na epiderme, na estatura craniana etc ocorreram, paulatinamente por milhares de anos, devido o isolamento de grupos causados pelos deslocamentos de placas de continentes, as mutações climáticas, a migração e a exposição demasiada, por gerações e gerações ao sol, ao frio, às dietas alimentares tendo como causa a escassez ou ao excesso de determinadas substâncias, proteínas, vitaminas e outros nutrientes.
Um único casal deu origem a todo ser humano. Somos todos irmãos por parte de Adão e Eva. (Gen 5.1-5).

3. Como surgiram as diversas línguas?
Resposta do Pastor:
De início a humanidade tinha uma só língua para se comunicar entre si, e todos se serviam do mesmo idioma e das mesmas palavras para designar cada coisa. Em Gênesis capítulo 11 encontramos uma narrativa esclarecedora sobre como os homens passaram a falar diversas línguas e tiveram, portanto, que se separar em grupos linguísticos para poderem sobreviver. Deus mudou o idioma dos povos devido a Torre de Babel.

Pastor Paulo Roberto Sória

PERGUNTE AO PASTOR – CREMAÇÃO

Sempre tem havido questionamentos, dúvidas e perguntas que algumas pessoas fazem e que outras também gostariam de fazer. As respostas que são dadas nem sempre satisfazem completamente, mas ajudam na reflexão e no entendimento.
Desejo compartilhar, sempre que possível, tanto umas como outras. Quero incentivar cada um que desejar, a escrever sua pergunta e manda-la em forma de e-mail, ou de bilhete, de preferência sempre, por escrito, para que outros possam assim também se beneficiar. Algumas das respostas não são necessariamente completas e definitivas, mas serão sempre um meio de crescimento pessoal.
Façam suas perguntas e tenham um bom proveito das respostas
4. Pastor Sória desejo saber se o crente pode ser cremado. O que a Bíblia ensina sobre a cremação? Quando eu morrer, posso ser cremada?
Resposta do Pastor:
“Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1 Ts 4.16-17).

A Bíblia não trata do assunto de cremação de corpos.
A lei do Velho Testamento em nenhum lugar proíbe um corpo humano de ser incinerado, também não aplica maldição a quem crema nem a quem for cremado.
O Novo Testamento não dá instruções sobre como se deve sepultar os mortos. Portanto não há um ritual a ser seguido, nem um tempo exato para sepultamentos.
A escolha da maneira de se dar sepultura aos corpos faz parte do exercício da liberdade cristã; levando-se em conta condições tanto higiênicas como, até mesmo, econômicas e de distâncias.
Aos que tem objeções doutrinarias ou teológicas à cremação, devemos lembrar que Deus é Todo Poderoso. Ele saberá recriar o que uma vez criou. O receio de que a destruição do corpo impediria a ressurreição é infundado.
Mártires cristãos foram queimados e suas cinzas espalhadas ao vento ou na água pelos inimigos da Igreja. Eles, sem dúvida, participarão da ressurreição dos mortos.
Afirmamos que não há nenhum impedimento bíblico explícito contra cremação. Há quem seja contra a prática de cremação por achar que um dia Deus vai ressuscitar os corpos como eram fisicamente. Esse até pode ser o caso com algumas pessoas. Deus não é limitado. Ele é capaz de ressuscitar os corpos de Abel, Adão e Eva, assim como de milhões de outros cujos ossos já se misturaram ao pó da terra. Os corpos dos Cristãos que morreram milhares de anos atrás já se tornaram em pó completamente.
O fato de um corpo ter sido sepultado, incinerado, comido pelos animais (vermes, peixes, aves, animais ferozes ou até mesmo por homens antropófagos) não dificulta em nada a capacidade de Deus de ressuscitar tal corpo. Isso não vai se tornar, de forma nenhuma, uma tarefa mais difícil para Deus.
A cremação apenas torna o processo de decomposição mais acelerado, fazendo o corpo se tornar pó. “E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras” (Ap 20.12).
PASTOR PAULO ROBERTO SÓRIA

DIA INTERNACIONAL DA MULHER: NOSSA HOMENAGEM

MARIA, A MULHER EXEMPLAR

RAZÕES PELAS QUAIS AMO MARIA, A MÃE DE JESUS

1. Amo Maria por ter sido a virgem escolhida de Deus para ser a mãe de meu Salvador, Jesus de Nazaré, o Homem da Galiléia.

2. Amo Maria por que foi e sempre será a mais bem-aventurada entre todas as mulheres, de todas as raças e nações, em todas gerações.

3. Amo Maria por sua obediência a Deus. Ela disse: “Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra.” Lucas 1.38

4. Amo Maria por ter depositado toda sua confiança em Jesus, em todos os momentos.

Quando das bodas de Cana ela declarou: “Fazei tudo o que Ele vos disser.” João 2.5

5. Amo Maria por que ela serviu e seguiu a Jesus.

6. Amo Maria por que ela obedecia e aceitava as determinações de Jesus. Quando na cruz Jesus determinou que Maria passasse a viver na casa de João, e ela obedeceu: Mulher eis aí teu filho” – João 19.25-27.

7. Amo Maria por ter sido também, a mãe de Tiago e de Judas, meio irmãos de Jesus, filhos de Maria e de José. (Mateus 13.55-56; Marcos 6.3).

8. Amo Maria por aceitado Jesus como seu Salvador, tendo tido seus pecados lavados no sangue de Cristo.

9. Amo Maria por ser uma mãe exemplar.

10. Amo Maria por que ela é a mais bem aventurada entre todas as mulheres e exemplo de vida, dedicação, submissão e amor a Deus. Em Maria homenageio todas as mulheres: mães, filhas, irmãs, esposas; jovens, velhas, ricas e pobres, cultas e iletradas.

Que Deus as abençoe.

PASTOR SÓRIA