Torre de Vigília - Confissões e pretensões
Habacuque 2.1-3; Sobre a minha torre de vigia me colocarei e sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei, para ver o que me dirá, e o que eu responderei no tocante, a minha queixa. Então o Senhor me respondeu , e disse: Escreve a visão e torna-se bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.Pois a visão é ainda para o tempo determinado, e até o fim falará, e não mentirá. Ainda que se demore,
espera-o; porque certamente virá, não -tardará.
II Pedro 2.1-3 Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá
falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até
o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos
seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade;também, movidos feia ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós
negócio;
Jovens dispostos a viverem uma experiência de fé, de santificação e de dedicação ao Senhor não podem ficar sem passar pela Torre de Vigia. Passar pela Torre de Vigia é ter comunhão em oração e atenção à Palavra aguardando, sem precipitação, as respostas no tempo divino. Jovens que vivem na Torre de Vigia do Senhor são prudentes, sábios, dedicados e consagrados. Não caem no laço dos "mercadores da fé", nos modismos das igrejas "renovadoras" e dos "líderes carismáticos" cheios de pretensões sensacionalistas, aparentemente inofensivas mas, no dizer de Pedro ' "Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras", ainda mais "movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio". Os que vivem na "Torre de Vigia", não se tornam moedas de negócio de fanáticos e lunáticos que se dizem do bem e do evangelho de Jesus, mas não o são .
Somos sentinelas do Deus vivo; vigias colocados para dar o alerta; guardas do Senhor no mundo ao nosso redor. Fazemos parte de um grupo especialmente convocado para o exercício de um ministério como de um exército.
Temos o dever de prestar muita atenção tanto no que acontece, como no que fazemos e dizemos e, sobretudo como estamos realizando as ordens do Mestre.
Precisamos ficar vigilantes, atentos, pois vemos como os falsos mestres tem agido no passado e agem no presente. Na Torre, podemos confessar, nos abrir por inteiro e buscar a voz de Deus, mostrando-Lhe nossas pretensões: "Quero confessar que não fiz o que pretendia muito menos o que prometi. Quero confessar que tive momentos de medo, de desespero, de tristeza e ressentimentos sem nenhuma razão de ser. Quero confessar que senti raiva de pessoas em vários momentos, até mesmo de pessoas queridas e amadas. Também que me vi julgando e interpretando mal o que outros faziam ou diziam. Quero confessar que deixei de fazer o certo e por vezes tive um discurso distante da prática. Assim sendo, pretendo entender melhor a mim mesmo. Confiar mais para vencer medos e ressentimentos. Pretendo deixar a raiva e o ódio e no seu lugar fazer brotar a tolerância e a confiança. Pretendo fazer, ser, agir, pensar, de uma forma justa equilibrada e equitável.
JOVENS vivam a experiência da torre de vigília.
Pastor Paulo Roberto SÓRIA