"Não devemos julgar a ninguém, nem sermos julgados"


"Que os homens nos considerem, pois, como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus. 2. Ora, além disso, o que se requer nos despenseiros é que cada um seja encontrado fiel. 3. Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós, ou por qualquer tribunal humano; nem eu tampouco a mim mesmo me julgo. 4. Porque, embora em nada me sinta culpado, nem por isso sou justificado; pois quem me julga é o Senhor. 5. Portanto nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não só trará à luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o seu louvor". (I Cor. 4.1-5)


Na idade média o clero era temido pelo povo devido suas regalias e seus poderes temporais. Em todos os países de cultura judeu-cristã sempre houve uma grande influência clerical nos negócios de estado. No Brasil o poder das autoridades religiosas foi muito notório até bem pouco tempo, e continua sendo apesar das mudanças.
Hoje em dia, quase não há mais respeito para com os representantes de Deus. A opinião pública tem sido dividida até mesmo nos meios evangélicos. Tem havido muita falha e muitos escândalos provocados por líderes religiosos, assim como o fanatismo de grupos tem piorado o conceito dos Pastores.
Mas a Bíblia nos chama a atenção para o fato que não podemos nos deixar influenciar pelo julgamento incorreto de quem quer que seja.
Só quem pode nos julgar é Deus. - V4
2. A exigência de Deus c que sejamos fieis. V 2
Devemos servir como despenseiros dos mistérios. -V l
Devemos nos mostrar ao mundo como portadores dos dons de Deus aos homens — como portadores de boas novas
Nós conhecemos o mistério do amor de Deus que é a salvação.
Nós experimentamos a graça de Deus que é o perdão dos pecados.
Nós temos a redenção em Cristo Jesus.
Nós nos tornamos filhos de Deus por adoção
Precisamos resgatar a imagem de servos que servem
A missão do ministro não é julgar, mas é servir precisamos agir como ministros de Cristo.
Devemos abandonar o desejo de viver julgando os outros precisamos abandonar o desejo de ter poder político e de privilégios pessoais.
Não podemos tampouco permitir sermos julgados e condenados pelo mundo, e muito menos pelos irmãos.
Ainda nem por nós mesmos.
Não devemos ser juízes dos outros, nem permitirmos que nos julguem. Portanto, vivamos a fé cristã com fidelidade, dignidade e muito amor.


PASTOR PAULO ROBERTO SÓRIA