A BIBLIOTECA DIVINA
“Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade” (II Co. 13: 8). SOLA SCRIPTURAS. Deus nos deu uma Biblioteca compostas de 66 livros que nos revela seu Amor e seu Poder. Essa Biblioteca nos dá a possibilidade de ver o PLANO DE DEUS PARA NOSSA VIDA ela é a BÍBLIA SAGRADA.
O Senhor Jesus Cristo nos diz que erramos sempre que não conhecemos as ESCRITURAS e o PODER DE DEUS. (Mat.22.29) Essa declaração de Jesus nos faz compreender a necessidade de estudarmos a Bíblia, PALAVRA DE DEUS, e de nos submetermos ao PODER DE DEUS. Poder que, quer queiramos ou não, é real, onipresente, onisciente e onipotente.
Quando não se acredita na verdade, não significa que a mesma deixará de ser verdade ou será mais ou menos verdade. A verdade é imutável e invariável, mesmo que tenhamos certeza que não o seja. A certeza nem sempre é sinônimo de verdade.
Como a Bíblia é a verdade, podemos então ter certeza nas declarações que nela estão inseridas. Como Jesus Cristo, o Unigênito do Pai, é o Caminho, e a Verdade e a Vida (João 14.6) assim podemos crer na Vida Eterna.
Os livros bíblicos considerados canônicos pelas igrejas cristãs são ao todo 66, sendo 39 livros no Antigo Testamento e 27 livros no Novo Testamento.
A palavra grega Bíblia, é um plural, deriva do grego (βίβλιον) que significa "rolo" ou "livro". Bíblion, assume a forma bíblia, significando "livros". No latim medieval, biblìa é usado como uma palavra singular — uma coleção de livros ou "a Bíblia". Foi Jerônimo, tradutor da Vulgata Latina, que chamou pela primeira vez ao conjunto dos livros do Antigo Testamento e Novo Testamento de "Biblioteca Divina".
A Bíblia é uma coleção de livros catalogados, considerados como divinamente inspirados pelas três grandes religiões monoteístas oriundas dos filhos de Abraão, que são o Cristianismo, o Judaísmo e o Islamismo. São, por isso, conhecidas como as "religiões do Livro". É sinônimo de "Escrituras Sagradas" e "Palavra de Deus".
Deus é o verdadeiro autor da Bíblia. Ele inspirou todos os autores humanos dos livros sagrados. A tradição apostólica organizou a lista de livros sagrados que é chamada de "Cânon das Escrituras". Cânon vem do grego "kanon" e significa "medida, regra".
O Cânon do Antigo Testamento contém 39 livros: Gênesis, Êxodo, Levíticos, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Ruth, os dois livros de Samuel, os dois livros dos Reis, os dois livros das Crônicas, Esdras e Neemias, Esther, Jó, os Salmos, os Provérbios, o Eclesiastes, o Cântico dos Cânticos, Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O Cânon do Novo Testamento contém 27 livros. Os Evangelhos: de Mateus, de Marcos, de Lucas e de João, os Atos dos Apóstolos; as cartas de Paulo: aos Romanos, a primeira e segunda aos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, a primeira e segunda aos Tessalonicenses, a primeira e segunda a Timóteo, a Tito, a Filemôn; aos Hebreus, Thiago, a primeira e segunda de Pedro, as três Epístolas de João, a Epístola de São Judas e o Apocalipse.
A Septuaginta - Versão dos "Setenta" ou "Alexandrina":, é a principal versão grega por sua antigüidade e autoridade. Sua redação se iniciou no século III antes de Jesus Cristo (250 a.C) e foi concluída no final do século II a.C. (105 a.C).
O nome de "Setenta" se deve ao fato da tradição judaica atribuir sua tradução a 70 ou 72 sábios e "Alexandrina" por ter sido feita em Alexandria e usada pelos judeus de língua grega. Esta tradução foi feita para leitura nas Sinagogas da "diáspora", comunidades judaicas fora da Palestina, que usavam mais ao língua grega que a hebraica.
Vulgata: ao final do século IV, o Papa Damaso ordenou que Jerônimo fizesse uma nova versão latina. Jerônimo traduziu diretamente do hebraico e do grego originais ao latim e foi denominada "Vulgata" porque era popular , destinada ao vulgo, ao povo.
A Bíblia se destina a mim e a você, assim como a todos. Essa é a verdade.
PASTOR PAULO ROBERTO SÓRIA