O CRENTE E AS TATUAGENS
Levítico 19.28
A tatuagem que é a marca no corpo, com tinta indelével ou com ferro em brasa, ou ainda com cortes na pele é uma prática antiga que se perde na memória do tempo, dos povos, das tribos e das civilizações.
Ela tem sido praticada com vários intuitos, por exemplo:
1. Marcar o corpo de um escravo com a marca do proprietário.
2. Marcar o corpo das prostitutas com o símbolo de um reino, governo ou estado.
3. Marcar o corpo da mulher adúltera.
4. Marcar o corpo dos participantes de uma seita tida como diabólica ou
satânica, principalmente no Oriente (Japão, China), ou mulçumana.
5. Marcar o corpo de membros de uma gangue.
6. Marcar o corpo dos participantes de grupos esportistas, como no surfe, no
motociclismo, etc.
7. Marcar o corpo de príncipes de tribos beduínas, africanas e das ilhas do
pacífico.
8. Modismo entre os "beatniks", hippies, roqueiros e grupo de jovens.
9. Mais recentemente proliferado entre jovens de um modo geral.
Biblicamente temos a advertência feita aos israelitas que não deveriam marcar o corpo, fazer cicatrizes com açoites como autoflagelo, por nenhum motivo. (Levítico 19.28; Deuteronômio 14.1-2).
A razão é que os servos de Deus, os discípulos de Cristo, são do Senhor e a marca é do Seu amor.
Como somos filhos de Deus devemos portanto, estar preocupado com nossa vida espiritual. As pessoas que se tatuam devem procurar ver suas razões, confrontando-as com a vontade de Deus para seus corpos, que são templos do Espírito Santo.
O templo do Espírito Santo, nosso corpo, deve ser puro e livre de marca do pecado em todas as formas, inclusive de tatuagens.
Os que se tatuam não podem mais voltar atrás não há como retirar a marca, mas espiritualmente, os crentes, já são livres e purificados com sangue do Cordeiro.
Jovens, adolescentes não se tatuem, não vale a pena.
Pastor Paulo Roberto Sória